Engenharia e inovação: novas soluções para problemas antigo, têm duas questões aparentemente independentes que são problema em diversos países do mundo. A primeira, o déficit de moradias (valor que considera a quantidade de pessoas com moradia inadequada), e a segunda, as condições de em que essas pessoas são submetidas a moradias em áreas de risco, em que muitas vezes nas estações do ano onde há frequência de instabilidade do clima o número de tragédia devido as condições naturais aumenta devido a serie de precariedade existente como saneamento básico, água, esgoto etc. Muitas vezes essa junção de fatores levam a um duelo entre os humanos e a natureza em busca da vida .
Dessa forma pretende-se solucionar problemas como enchentes em vias urbana devido ao assoreamento dos rios, esgotos e evitando assim transtornos decorrentes das chuvas no Brasil, evitando os impactos ambientais e diminuindo o número de tragédias que ocorrem , Dando dicas e criando sites na web que orientem e proponham soluções para as pessoas que moram em áreas de risco.
“Da falta de saneamento básico à ausência de asfalto, os obstáculos variam - até a localização do assentamento pode ser um problema. "As favelas costumam surgir em regiões que outros empreendimentos imobiliários não ocuparam: sob pontes e viadutos, à beira de córregos ou em encostas de morros", diz Alex Abiko, professor de engenharia civil da USP. A urbanização de favelas no Brasil é recente. Nos anos 60, os moradores eram simplesmente removidos. Depois, por volta dos anos 80, programas do governo passaram a resolver questões pontuais, como redes de água. Hoje, os projetos incluem não só infraestrutura mas também melhora na qualidade de vida
.”
Imagem da comunidade fubá em são Paulo
Apesar da tentativa de mudança, a falta de infraestrutura, condições precárias de saúde e problemas sociais afetam favelas. Improvisadas, as casas não estão ligadas à rede de água nem à rede de esgoto oficial da cidade. Os moradores dão um jeitinho, fazendo gatos que roubam água de casas vizinhas ou da própria prefeitura, e despejam o esgoto a céu aberto, principal problema ambiental do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Sendo assim o tratamento desses resíduos sólidos para serem desenvolvidos uma inovação de sistemas integrados que trata todos os resíduos orgânicos do local, provenientes das descargas de sanitários, papel higiênico e restos de alimentos, e os reutiliza na irrigação de jardins, assim como nas coberturas e paredes verdes. Sendo a catalogação desses problemas e solução ligados a comunidades uma forma de alertar e promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas que ali habitam como a melhoria do local sem qualquer saneamento básico .
O objetivo principal é tentar catalogar alternativas sustentáveis e de baixo custo para resolução desses problemas usando resíduos do próprio local. Como por exemplo casas provisórias de garrafas Pets, energia solar e reaproveitamento de resíduos como lixo e água da chuva; mostrando como tudo isso traz benefícios para o meio ambiente e uma melhoria da qualidade de vida das pessoas que moram em áreas inapropriadas.
Segundo Arlindo Phillip Jr. Autor de Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Saneamento saúdes e ambiente, trata da questão ambiental e dos impactos das modificações ambientais nos ecossistemas naturais e seus rebatimentos no agravo á saúde publica. Traz a discussão sobre a relação entre o estado e a sociedade e seus efeitos na área de saneamento. São apresentados os fundamentos da ecologia humana, numa perspectiva de analise ecológica dos problemas relacionados a áreas costeiras e urbanas, dando ênfase aos impactos ambientais decorrentes as atividades antrópicas. Finalmente, são discutidos a exposição humana a poluentes e o aumento da morbidade e mortalidade enfatizando o risco ambiental a saúde, exposição da população a e a avaliação dos efeitos causados.
Sistema de saneamento básico ,apresenta os principais conceitos e desenvolve os aspectos ligados á gestão e ao gerenciamento dos sistemas de saneamento básico, ou seja, os sistemas de abastecimento de agua, tratamentos de resíduos, de drenagem urbana e de resíduos sólidos, com base no enfoque integrado que a gestão e o gerenciamento deste sistemas de origem. Destaca-se o gerenciamento de serviços e saúde, em função de risco bordados existentes e dos avanços no conhecimento obtido nos últimos anos. São abordados aspectos importantes do atual padrão de consumo dos recursos naturais, em especial da agua, do uso e ocupação inadequados de solo urbano e rural, e o papel do saneamento básico na promoção da saúde publica e ambiental.
O planejamento de ações de saneamento básico do meio das emergências ambientais também é discutido, incluindo os efeitos dos desastres naturais e artificiais na saúde publica, as implicações socioeconômicas causadas nas populações e no ambiente construídos, seus controle e mitigação.
Tudo isso também discute e reforça o papel da educação ambiental na mudança de padrões de consumo e de produção da sociedade em níveis que possibilitem a auto regulação dos ecossistemas naturais e a construção efetiva de uma sociedade mais feliz .tendo em vista a importância da atividade de pesquisa como processo de produção de conhecimento, nesta parte são apresentados os principais tipos de pesquisas ,com foco nas técnicas e procedimentos de investigação de caráter qualitativo que podem contribuir na área de saúde e saneamento. Traz também uma visão histórica do planejamento e da evolução, propondo uma sistematização e instrumentos a serem utilizados no planejamento de intervenções nas atividades antrópicas e no meio ambiente. É destacado também o processo de avaliação de impacto ambiental, com a apresentação de conceitos e diretrizes associados aos seus métodos de avaliações, isso é importante para a pesquisa
* Energia, Recursos Naturais e a Prática do desenvolvimento sustentável -Lineu Belico dos Reis.
Um resultado importante desta discussão é a crescente conscientização sobre as significantes interferências que sistemas humanos impõem aos sistemas naturais, sobre o desequilíbrio ambiental resultante dessas interferências e sobre os impactos irreversíveis que tal desequilíbrio pode ter sobre os referidos sistemas humanos naturais.
Neste contexto, o modelo de desenvolvimento sustentável deve ser capaz não só de contribuir para a superação dos atuais problemas, mas também de garantir a própria vida, por meio da proteção e manutenção dos sistemas naturais que a tornam possível. Esses objetivos implicam na necessidade de profundas mudanças nos atuais sistemas de produção, organização e sociedade humana e de utilização de recursos naturais essenciais á vida no planeta.
Historicamente tudo isso começou do modelo sustentável de desenvolvimento na década de 1970 catalisando o processo de globalização e desenvolvimento sustentável.
Com o tempo, a questão ambiental evoluiu de problema predominante nacional para preocupações com o alcance regional e global dos problemas ambientais e seus responsáveis. Nesse sentido foram identificados problemas ambientais, tais como mudança no clima, chuva acida e destruição da camada de ozônio.

